
MENDIGO DE EMOÇÃO
Ah! Alma vã
Porque não esvais de vez?
Porque ficas a habitar meu corpo?
Porque juncas com lágrimas minha tez?
Porque insistes em ouvir a voz
Daquele que já não mais te fala?
Porque recordas o rosto em meio ao breu,
Porque soluças a saudade que não cala?
Porque embalas a paixão insana,
Do exílio imposto – da tranca no portão?
Porque apagas teu candeeiro de luz
Porque te sentas neste escuro porão?
Ah! Minha alma tão perdida,
Não ouvistes jamais a voz da razão.
Não entendestes dos sábios as palavras:
Não há portas e nem ferrolhos no coração.
Tanto o amor te eleva a condição divina,
Como te atira aos rés do chão.
Podes sucumbir por ele até a morte,
Mas sem ele és mendigo da emoção!
Maria Lucilia Cardoso
Ah! Alma vã
Porque não esvais de vez?
Porque ficas a habitar meu corpo?
Porque juncas com lágrimas minha tez?
Porque insistes em ouvir a voz
Daquele que já não mais te fala?
Porque recordas o rosto em meio ao breu,
Porque soluças a saudade que não cala?
Porque embalas a paixão insana,
Do exílio imposto – da tranca no portão?
Porque apagas teu candeeiro de luz
Porque te sentas neste escuro porão?
Ah! Minha alma tão perdida,
Não ouvistes jamais a voz da razão.
Não entendestes dos sábios as palavras:
Não há portas e nem ferrolhos no coração.
Tanto o amor te eleva a condição divina,
Como te atira aos rés do chão.
Podes sucumbir por ele até a morte,
Mas sem ele és mendigo da emoção!
Maria Lucilia Cardoso
Meus singelos Agradecimento a essa Poetisa e podem encontrar as lindas mensagens dela nos seguintes sites:
http://www.fofaslides.com.br/lucilia.htm
http://www.meucastelodesonhos.net/poesias.maria.lucilia/poesias.maria.lucilia.htm
http://www.campodeorquideas.com/
Beijos Carinhosos..
Ismael.